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Soñadora, guerrera y extranjera de corazón. Busco sempre além da minha realidade, voo nas asas da imaginação. Há tanto o que descobrir, viver, sentir. O mundo é tão grande, maior ainda é o poder da mente. Tenho uma alma de lembrança, do querer, das possibilidades, do inimaginável da ânsia por um futuro melhor. Uma angústia constante que busca no improvável a compreensão do ser.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Kant: PRINCÍPIO: TUDO TEM UMA CAUSA

Se tudo tem uma causa devíamos encontrar a causa de tudo. Ora isso só é possível se houver uma causa absolutamente primeira que de nada seja efeito. Na verdade, se a causa de tudo fosse efeito de outra causa haveria algo que ela não causa e então não seria causa de tudo. Tem de haver portanto uma causa absolutamente espontânea, não condicionada por nenhuma causa, isto é, livre. Há causalidade livre, há liberdade. Eis a demonstração da tese.
 
Se tudo tem uma causa então não podemos afirmar a existência de uma causa que ao mesmo tempo não seja efeito de outra, i.e., causada por outros. Se dizemos que há uma causa que não é efeito de nada estamos a dizer que essa causa não tem por sua vez uma causa. Mas o princípio ao qual devemos obedecer diz que tudo tem uma causa. Por conseguinte, não pode haver causalidade livre, uma causalidade independente de qualquer outra causa. Não há liberdade. Eis a demonstração da antítese.
 
A razão torna-se antinómica ou contraditória quando querendo resolver questões que ultrapassam as suas capacidades (e as de qualquer faculdade humana) se deixa enredar nas suas próprias habilidades especulativas, ficando desorientada, completamente à deriva. Com efeito, as duas conclusões contraditórias a que chegou, ao argumentar desconhecendo os seus limites, parecem ambas válidas. Melhor dizendo, nenhuma dedução é  logicamente mais correcta do que a outra. Mas, escândalo dos escândalos, anulam-se uma à outra. A razão fica sem saber o que fazer. A sua capacidade argumentativa ou especulativa, na qual tanta confiança depositava, acabou por a conduzir a um beco do qual não a pode tirar. 
 
A aventura da razão pura teórica no domínio metafísico nunca chega a bom termo. É uma navegação num oceano tempestuoso, sem qualquer possibilidade de encontrar terra firme. Esta desconcertante e humilhante "experiência" da razão deve constituir-se como uma lição contra qualquer extravagância ou ambição desmedida: a razão deve, autocriticando-se, aceitar que jogar com conceitos ou princípios (o conceito de causa e o princípio de causalidade) que só valem para os objectos empíricos, tentando com eles resolver problemas metafísicos, é atitude especulativa de consequências nefastas. 
 
Para não se tornar irracional a razão deve convencer-se de que só temos conhecimento daquilo que podemos intuir. A própria extravagância especulativa que a cobriu de ridículo deve convencê-la. Com efeito convenhamos que responder à questão "Há ou não há liberdade?" dizendo, mediante engenhosos mas vazios argumentos, "há" e "não há" é, no mínimo, fraco resultado para tanto esforço e arrogância.
A razão deve acordar do seu "sono dogmático", da cega autoconfiança em si própria.

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Dulce María (Minha maior Inspiração)

No pares

Nadie puede pisotear tu libertad
Grita fuerte por si te quieren callar
Nada puede deternerte si tu tienes fe
No te quedes con tu nombre escrito en la pared
En la pared...

Si censuran tus ideas, ten valor
No te rindas nunca, siempre alza la voz
Lucha fuerte, sin medida, no dejes de creer
No te quedes con tu nombre escrito en la pared
En la pared...

No pares, no pares no
No pares nunca de soñar
No pares, no pares no
No pares nunca de soñar
No tengas miedo a volar
Vive tu vida

No construyas muros en tu corazon
Lo que hagas, siempre hazlo por amor
Pon las alas contra el viento
No hay nada que perder
No te quedes con tu nombre escrito en la pared...

No pares nunca de soñar
No pares, no pares no
No pares nunca de soñar
No tengas miedo a volar
Viver tu vida

Mi Guerra Y Mi Paz

Es como un juego sin control
En donde nadie pierde y gana
Es ley de acción y reacción
Es la ley de tu amor y mi amor

No puedo estar lejos de ti
Pero a tu lado no quiero estar
Estoy atada a esta relación
Que me hace volver escapar

Contigo y sin ti es mi obsesión
En un cruel laberinto perdida estoy
No debo permitirme ni prohibirme
Es un caos mi corazón!

Mi vida junto a ti es imposible, incompatible
Y no te puedo dejar
Estamos condenados a vernos y a desearnos
Aunque rompamos da igual.
Mi vida junto a ti es combustible, indiscutible
Es como un dulce letal
Un día nos odiamos y otro nos amamos
Eres mi guerra y mi paz

Yo no quisiera desconfiar
Y ser por siempre tu mitad
Pero más fue de mi instinto de
Conservar a mi fiel libertad

Aunque me digas la verdad
Yo encuentro siempre la falsedad
Tú me desarmas mirándome
Tú mi fuerza y mi debilidad

Contigo y sin ti es mi obsesión
En un cruel laberinto perdida estoy
No debo permitirme ni prohibirme
Es un caos mi corazón!

Mi vida junto a ti es imposible, incompatible
Y no te puedo dejar
Estamos condenados a vernos y a desearnos
Aunque rompamos da igual
Mi vida junto a ti es combustible, indiscutible
Es como un dulce letal
Un día nos odiamos y otro nos amamos
Eres mi guerra y mi paz

Tú, mi calma y mi condena
Al filo del delirio que siempre me desvela
Eres lava en mi interior
Un violento frío que congela

Mi vida junto a ti es imposible, incompatible
Y no te puedo dejar
Estamos condenados a vernos y a desearnos
Aunque rompamos da igual
Mi vida junto a ti es combustible, indiscutible
Es como un dulce letal
Un día nos odiamos y otro nos amamos
Eres mi amarga mitad
Eres mi azúcar y sal
Eres mi guerra y mi paz?

Para tornar-se o que se é

"Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida - ninguém, exceto tu, só tu. Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias. Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar. Onde leva? Não perguntes, segue-o".


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