O conhecimento só se revela real quando há conformidade entre as nossas ideias e a realidade das coisas. Sínteses, constatações, indagações, reflexões acerca do entendimento humano da vida.
Quem sou eu
- Mylena Moura
- Soñadora, guerrera y extranjera de corazón. Busco sempre além da minha realidade, voo nas asas da imaginação. Há tanto o que descobrir, viver, sentir. O mundo é tão grande, maior ainda é o poder da mente. Tenho uma alma de lembrança, do querer, das possibilidades, do inimaginável da ânsia por um futuro melhor. Uma angústia constante que busca no improvável a compreensão do ser.
domingo, 14 de junho de 2015
John Rawls e Robert Nozick
sábado, 13 de junho de 2015
Rawls e o utilitarismo
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Consciência e Conhecimento
1. INTRODUÇÃO
No que consiste o conhecimento? Pode-se distinguir o
conhecimento da opinião? O que significa consciência? Há relação entre
consciência e conhecimento? Que tipo de subsídios o Espiritismo pode nos
oferecer para uma melhor compreensão do tema?
2. CONCEITO
Consciência significa etimologicamente um saber
testemunhado ou concomitante. Concomitante. Diz-se de coisa que acompanha outra
sendo esta principal que se produz ao mesmo tempo; simultâneo. Por analogia,
dualidade ou multiplicidade de saberes ou de aspectos num mesmo e único ato de
conhecimento. (Polis)
Conhecimento. Conhecer é uma atividade mental por meio da
qual o ser humano se apropria do mundo ao seu redor.
3. CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Este par de termos consciência e conhecimento acompanha o ser
humano desde longa data. Observe a proposta socrática do conhece-te a ti mesmo,
em que o indivíduo é convidado a tomar consciência de si mesmo, do seu próprio
conhecimento, da sua ignorância. Ao longo do tempo, não foram poucos os
problemas levantados pelos diversos filósofos. Situemos alguns deles: o que pode
ser conhecido? É possível um conhecimento absoluto? Como é possível o
conhecimento, se Sócrates disse que sabia que nada sabia? Por que os homens
desejam conhecer? Até onde pode chegar o conhecimento humano? Pode-se analisar
Deus em termos racionais? Sensação e conhecimento implicam sempre consciência?
Todo conhecimento provém da experiência? Há conhecimento inato?
4. SOBRE A CONSCIÊNCIA
4.1. COMO ATO VIVENCIAL
A consciência deve ser compreendida como um ato vivencial. O
ser humano é um ser consciente em que o sujeito se opõe ao objeto. Há, assim,
uma posição dialética com relação ao objeto de conhecimento e assim faz-se a sua
história. Num primeiro instante, há uma abertura para a realidade. Em virtude da
relação dialética, ao mesmo tempo em que o sujeito afirma a
consciência-de-algo, afirma também a consciência de si. Como na dialética,
pressupõe-se uma síntese, esta é obtida pela confluência das duas posições: a do
sujeito e a do objeto. (Perine, 2007, cap. 2)
4.2. CONSCIÊNCIA MÍTICA
O ser humano, como indivíduo em face do mundo, começou o seu
grau evolutivo pelo conhecimento do mito. A filosofia, desde o seu aparecimento,
estabeleceu uma relação de amizade e de confronto com o mito. O mito, antes de
tudo, é uma palavra, ou melhor, uma das formas do discurso humano.
O mito assumia a palavra com caráter de sagrado. No mito, temos a
metáfora, que é a transferência de sentido. O logos filosófico não punha
por terra o mito, mas tentava dar-lhe uma forma demonstrativa, um fundamento
baseado na razão, daí a consciência racional. (Perine, 2007, cap. 2)
4.3. CONSCIÊNCIA RACIONAL
A consciência racional caracteriza-se pelo uso da razão na
obtenção de conhecimento e da oposição do sujeito ao universal. Na consciência
mítica, há uma oposição do sujeito com relação ao mundo; aqui, uma oposição com
o universal. A abstração dos conhecimentos está calcada no princípio da
liberdade, em que a luz do bem unifica a consciência. O bem dá liberdade
ao individuo de fazer as suas escolhas. Ao fazer as escolhas, torna-se, também,
responsável pelos seus próprios atos. (Perine, 2007, cap. 2)
5. SOBRE O CONHECIMENTO
5.1. RELAÇÃO SUJEITO E OBJETO
O conhecimento é a relação que existe entre o "observador" e
a "coisa observada". A realidade é o que é. Ela não é falsa nem verdadeira.
Verdadeiros ou falsos são os nossos juízos acerca da mesma. Se a imagem que
fazemos de um objeto coincide com o que ele é, estamos de posse da verdade; se,
ao contrário, houve um viés, estamos em erro. Assim sendo, é muito mais
importante a imagem que fazemos do objeto do que ele próprio.
5.2. FUNÇÕES DO CONHECIMENTO
O filósofo Xavier Zubiri atribui três funções ao
conhecimento: 1) distinguir o que é daquilo que não é, distinguir a essência da
aparência, o real do ilusório; definir, 2) determinar e especificar o que são as
coisas, captando suas diferenças em relação às outras; 3) entender por que as
coisas são como são. (Temática Barsa)
5.3. CONHECIMENTO E CONSCIÊNCIA
Conhecimento é um fenômeno consciente. Conhecer é ter
consciência de alguma coisa "ter consciência de qualquer coisa, ser dela
consciente e conhecê-la é identicamente a mesma coisa". Em todo ato de
conhecimento, por mais simples e elementar, é presente, ao menos implicitamente,
a reflexão (consciência do eu), que opõe um sujeito a um objeto. O sujeito deve
transcender no objeto mas não se perder a si mesmo. Adesão não desaparecimento
6. CONSCIÊNCIA, CONHECIMENTO E ESPIRITISMO
6.1. A TRAJETÓRIA DO PRINCÍPIO INTELIGENTE
O princípio inteligente, estagiando no reino mineral,
adquiriu a atração; no reino vegetal, a sensação; no reino animal, o instinto;
no reino hominal, o livre-arbítrio, o pensamento contínuo e a razão. Nosso
passado histórico propiciou-nos a automatização de hábitos e atitudes. Afirma-se
que quanto mais desligado da matéria for o sujeito (Espírito), tanto mais
perfeito será o seu conhecimento. A lei do progresso exige que o princípio
inteligente vá-se despojando dos liames da matéria. Para que tenhamos um olhar
crítico, devemos libertar-nos da obscuridade da matéria, consubstanciada no
egoísmo, no orgulho e no interesse próprio.
6.2. REMORSO E SATISFAÇÃO
Na página 245, da Revista Espírita de 1867, de Allan
Kardec, os Espíritos superiores instruem-nos acerca do remorso e da
satisfação interior. Diz-nos que o homem tem consciência que o adverte
quando fez o bem ou fez o mal. Quer abafá-la pelo esquecimento, mas nunca é
completamente abafada. O remorso, que penetra e tortura quando se praticou uma
ação reprovada por Deus, pelos homens, pela honra e pelo senso moral, é como uma
serpente de mil voltas, que exige reparação à pessoa a quem se fez o mal. Para
pôr fim às suas torturas, seu orgulho se dobra e ele confessa os seus crimes. O
remorso é um desenvolvimento do senso moral. Ele não existe onde o senso moral
ainda se acha em estado latente.
Suponha que queiramos romper união qualquer: pai e filho,
marido e mulher. Os Espíritos de luz advertem-nos de que devemos consultar a
nossa consciência. Caso permaneça alguma rusga, alguma nevoa, devemos esperar um
pouco mais.
6.3. MAIS INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS
"Deus criou todos os Espíritos iguais, simples, inocentes,
sem vícios, e sem virtudes, mas com o livre arbítrio de regular suas ações
segundo um instinto que se chama consciência, e que lhes dá o poder de
distinguir o bem e o mal. Cada Espírito está destinado à mais alta perfeição
junto a Deus e do Cristo; para ali chegar, deve adquirir todos os conhecimentos
pelo estudo de todas as ciências, se iniciar em todas as verdades, se depurar
pela prática de todas as virtudes; ora, como essas qualidades superiores não
podem ser obtidas em uma única vida, todos devem percorrer várias existências
para adquirir os diferentes graus de saber". (Kardec, 1862, p. 84)
7. CONCLUSÃO
Quanto mais conhecimento, mais consciência, mais
responsabilidade e mais liberdade. O conhecimento livra-nos da cegueira do
coração e lança-nos à imensidão do desconhecido, mas com a certeza de
desvendá-lo pouco a pouco.
8. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
Kardec, Allan.
Revista Espírita de 1862.
Kardec, Allan.
Revista Espírita de 1867.
PERINE, Marcelo. Ensaio de
Iniciação ao Filosofar. São Paulo: Loyola, 2007.
FELICIDADE NO SERVIÇO DE DEUS
A busca de Deus pela busca de si mesmo
- 1. A inquietude humana
- 2. A viagem interior
- 3. “Eu, prazer em conhecê-lo!”
- 4. Perdoar-se!
- 5. O divino encontro
Avaliação da aprendizagem: Breve histórico da origem aos dias atuais
Dulce María (Minha maior Inspiração)
No pares
Nadie puede pisotear tu libertad
Grita fuerte por si te quieren callar
Nada puede deternerte si tu tienes fe
No te quedes con tu nombre escrito en la pared
En la pared...Si censuran tus ideas, ten valor
No te rindas nunca, siempre alza la voz
Lucha fuerte, sin medida, no dejes de creer
No te quedes con tu nombre escrito en la pared
En la pared...No pares, no pares no
No pares nunca de soñar
No pares, no pares no
No pares nunca de soñar
No tengas miedo a volar
Vive tu vidaNo construyas muros en tu corazon
Lo que hagas, siempre hazlo por amor
Pon las alas contra el viento
No hay nada que perder
No te quedes con tu nombre escrito en la pared...No pares nunca de soñar
No pares, no pares no
No pares nunca de soñar
No tengas miedo a volar
Viver tu vidaMi Guerra Y Mi Paz
Es como un juego sin controlEn donde nadie pierde y ganaEs ley de acción y reacciónEs la ley de tu amor y mi amor
No puedo estar lejos de tiPero a tu lado no quiero estarEstoy atada a esta relaciónQue me hace volver escapar
Contigo y sin ti es mi obsesiónEn un cruel laberinto perdida estoyNo debo permitirme ni prohibirmeEs un caos mi corazón!
Mi vida junto a ti es imposible, incompatibleY no te puedo dejarEstamos condenados a vernos y a desearnosAunque rompamos da igual.Mi vida junto a ti es combustible, indiscutibleEs como un dulce letalUn día nos odiamos y otro nos amamosEres mi guerra y mi paz
Yo no quisiera desconfiarY ser por siempre tu mitadPero más fue de mi instinto deConservar a mi fiel libertad
Aunque me digas la verdadYo encuentro siempre la falsedadTú me desarmas mirándomeTú mi fuerza y mi debilidad
Contigo y sin ti es mi obsesiónEn un cruel laberinto perdida estoyNo debo permitirme ni prohibirmeEs un caos mi corazón!
Mi vida junto a ti es imposible, incompatibleY no te puedo dejarEstamos condenados a vernos y a desearnosAunque rompamos da igualMi vida junto a ti es combustible, indiscutibleEs como un dulce letalUn día nos odiamos y otro nos amamosEres mi guerra y mi paz
Tú, mi calma y mi condenaAl filo del delirio que siempre me desvelaEres lava en mi interiorUn violento frío que congela
Mi vida junto a ti es imposible, incompatibleY no te puedo dejarEstamos condenados a vernos y a desearnosAunque rompamos da igualMi vida junto a ti es combustible, indiscutibleEs como un dulce letalUn día nos odiamos y otro nos amamosEres mi amarga mitadEres mi azúcar y salEres mi guerra y mi paz?
Para tornar-se o que se é
"Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida - ninguém, exceto tu, só tu. Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias. Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar. Onde leva? Não perguntes, segue-o".




